Da língua da serpente
saiu um sofisma,
melodioso canto
que enleou as mentes.
Espalhou-se pelos ares,
de luxúria encheu a terra,
corpos vivos de desejo
e as mentes de paixões.
Ardeu a sua febre pela noite.
Grassou slenciosa,
passou silenciosa
por esntre as frestas
das desprevenidas portas.
Eu vigiei á noite,
e pus-me em oração,
ardi também na febre
de imenso combatente.
Caí desfalecido
de preces e de súplicas,
de lutas e angústias
por ser um pobre homem...
Nenhum comentário:
Postar um comentário