Do cadinho ardente,
tirei o metal
do meu exoesqueleto.
Da estrelas cadentes,
fui roubar o fulgor
antes que se escondesse.
Aos primeiros fulgores,
fui pedir suas cores
e o conhecimento.
Desde então sou poeta,
que mergulha no Tudo
porque é quase nada
onde bara sua obra.
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